segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

POLÍCIA CIVIL ENCONTRA ARMA DE FOGO USADA EM TENTATIVA DE HOMICÍDIO NO BARREIRO


No sábado, dia 02/02/2013, por volta das 09hs, arrependido MAURI LOEBLEIN, vulgo “QUATI”, preso em flagrante delito por tentativa de homicídio contra a pessoa de VALDECIR ESTEVÃO, solicitou a presença do delegado, Doutor Ariosnaldo da Silva Vital Filho lhe confidenciando o local exato aonde teria jogado a arma do crime. MAURI afirmou que não tinha jogado numa lagoa, como anteriormente disse. Com base nas informações e auxílio do próprio autor do fato, embora as adversidades climáticas, Hércules dos Santos Araújo adentrou pelas matas da Vicinal dos Baianos e encontrou a espingarda contendo dois cartuchos deflagrados, apresentado posteriormente a autoridade policial.



MAURI confessou o crime e declarou sua versão afirmando que VALDECIR lhe devia a quantia de R$ 2.000,00 (dois mil reais) referente a compra de um motor de trator, o qual VALDECIR se esquivava em pagar, já que desde o final do ano era procurado, mas sempre se desculpava que não havia recebido seu pagamento do seu patrão, fato este contestado por MAURI e que trouxe sérios prejuízos, cobranças advinda de outros credores. MAURI também afirmou que procurava VALDECIR na sua residência, mas nunca lhe encontrava até que na data de 01/02/2013, por volta das 11hs, tomou conhecimento que seu devedor estava afofando barro, no Bairro Bom Jardim e foi até lá, mas foi recebido com ameaças de lapadas de facão, inclusive, lesionado com uma “cabada” de terçado na cabeça saindo do local bastante humilhado. Então, no período da tarde, voltou ao local portando uma espingarda também para humilha-lo, mas acabou atirando em VALDECIR e após os disparos fugiu do local jogando a arma de fogo numa lagoa na Vicinal dos Baianos.
Arma do crime
Testemunhas foram ouvidas sobre o caso e confirmaram o desentendimento ocorrido entre os dois homens durante a manhã do dia primeiro, bem como confirmaram o retorno armado de MAURI naquela tarde no barreiro. A vítima, depois de obter alta médica, prestou depoimento naquele mesmo dia, afirmando que estava trabalhando num Barreiro, localizado numa propriedade particular, no Bairro Bom Jardim, quando ali MAURI chegou com uma espingarda ameaçando todos ali cobrando uma dívida que já teria sido paga. O primeiro tiro não lhe atingiu, porque se escondeu atrás do trator que pilotava, mas ao tentar fugir correndo e já se encontrando a 20 metros de distância foi alvejado com o segundo tiro que acertou-lhe as costas e o braço esquerdo, logo após, MAURI fugiu.
Doutor Ariosnaldo da Silva Vital Filho afirmou que o referido autor responderá pelos crimes previstos nos artigos ART. 121 § 2º, II E IV c/c ART. 14, II DO CPB E ART. 14 DA LEI Nº10.826/2003. As peças do flagrante delito já foram comunicadas ao fórum local e o inquérito policial deve ser concluído em dez dias. A arma do crime será encaminhada para perícia no município de Santarém.
Matéria do Blog Sem Polêmica, com informações e fotografias da Policia Civil de Rurópolis.
 

TERRENO DA ULBRA É INVADIDO POR SE ENCONTRAR ABANDONADO A MAIS DE 12 ANOS

Área da invadida
Em atenção as denuncias formuladas por moradores, o repórter Ezequiel Azevedo foi até o Bairro Bom Jardim, verificar “in loco” o que estava acontecendo. Chegando lá, confirmou a veracidade das denuncias, haja vista, encontrar várias pessoas, fazendo demarcação e fazendo o serviço de capina e roço na área. Vale ressaltar, que a área em questão está totalmente cadastrada e regularizada junto ao Instituto de Desenvolvimento do Município de Rurópolis – IDMR, de acordo com a palavra de seu presidente senhor João Soares. Uma delas pertence a ULBRA com fins de construção de uma universidade e a outra pertence a duas pessoas da área privada. Nosso repórter Ezequiel Azevedo, conversou com o senhor João Soares Presidente do IDMR e com o senhor conhecido por Bebé, porta voz dos invasores. Veja a matéria completa clicando abaixo.
Reportagem e fotogafias: Ezequiel Azevedo


 





sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

TENTATIVA DE ASSASSINATO NA VICINAL DOS BAIANOS

Estevão (Dinho) a vítima
Hoje, dia 01 de fevereiro de 2013, por voltar das 19:00 horas, o nosso repórter foi até a delegacia de policia civil e conversou com o Cabo Everaldo que estava comandando a guarnição que efetuou a prisão de um elemento por tentativa de assassinato. Cabo Everaldo informou ao nosso repórter, que a guarnição de plantão da Policia Militar, foi  acionada pelos parentes da vítima e que se  deslocaram até a Vicinal dos Baianos, pois através das investigações, descobriram que o infrator teria seguido naquela direção, evadindo-se em um caminhão  madeireiro, marca Mercedes Benz, cor azul, Placa KCP 3055.
Estevão, com vários ferimentos
A guarnição saiu em perseguição do acusado, e após rodar  aproximadamente vinte e dois quilômetros, avistou o referido caminhão e tentaram intimidar o elemento,  tendo pleno êxito na abordagem. Pelo que informaram à guarnição, o suspeito estaria bem próximo, mas foi encontrado bem longe do local informado.
Cabos PM: Everaldo, Dias e Roberto
Esse acontecimento deu a certeza aos policiais, que o infrator estaria em fuga e em alta velocidade. Ele foi encontrado na Vicinal dos Baianos, onde foi dado a ordem de prisão, e conduzido até a delegacia de Policia Civil, para que o Doutor Ary Vidal, delegado titular, tome as providencias cabíveis. Não foi esboçado  reação nenhuma quando da prisão do cidadão. De acordo com o Cabo Everaldo, o cidadão confessou que foi ele realmente que atirou no senhor Estevão (vulgo Dinho), motivo desentendimento referente uma dívida. 
Cartuchos encontrados com o acusado

No local da abordagem, não foi encontrado a arma do crime. Somente foi encontrado quatro cartuchos em poder do senhor Amaury Loeblen, nascido em 02 de abril de 1962, acusado de atentar contra a vida do senhor Estevão, vulgo Dinho. O senhor Amaury, confessou ainda, que jogou a arma em um Igarapé localizado às margem da vicinal. Como já era noite, e o lugar ser de difícil acesso, não foi possível encontrarem a arma, mais amanhã logo cedo, os policiais farão a busca à procura da prova do crime. Com o acusado foram encontrados quatro cartuchos, que serão entregues ao DPC Ary Vital para serem usadas no processo. Participaram dessa ação os Cabos PM Roberto e Dias, sobre o comando do Cabo PM Everaldo.
 

PRATAS DA CASA

Uma vez ou outra, já não é todo o final de semana, primeiro pela idade e segundo porque o preparo já não é mais o mesmo, sempre dou minhas voltas pelos bares da vida. Infelizmente hoje os ambientes são muitos poluídos, e já não existem mais aquelas amizades, que iam para os bares ou botecos, para bebericar umas geladas e jogar conversa fora. Hoje o assunto principal é a política (ou politicagem?). Pessoas que não sabem nem o que estão falando, ficam discutindo e muitas vezes vão até a via de fatos. Então, para evitar problemas recolho-me a minha insignificância e fico de camarote observando os “poderosos” que levantam, que caem, os que escorregam e os que ficam pendurados no muro do tempo. Dando minhas voltas pela cidade, observei o quanto a juventude está mudada. Hoje a juventude não se importa com a saúde, são jovens que não tem e não tiveram uma infância saudável. São pessoas totalmente sedentária, pois não praticam nenhum tipo de esporte. Hoje o “lance da hora” é ficar em frente a uma TV jogando vídeo game ou conversando através do celular ou face book.  Andando pelas praças da cidade, vejo jovens imprudentes, menores, em suas motos “envenenadas” dando cavalo de pau em plena rua principal; jovens nas praças com seus carros com sons potentes no maior volume possível, perturbando a todos que estão a seu redor; jovens menores usando bebida alcóolica, se embriagando e criando confusões. E ainda tem o mais grave: o números de jovens viciados e consumidores de drogas é muito grande aqui em nossa cidade. A droga aqui em Rurópolis corre a solta, as bocas de fumo são inúmeras. Famílias estão sendo destruídas através desse vício maldito que cada dia aumenta e ninguém toma nenhuma providencia. Cadê as autoridades? Cadê o Ministério Público? Onde estão as pessoas responsáveis para cuidar dos nosso jovens? Cadê os políticos? Estou falando de políticos e não de politiqueiros. Esse pessoal, foram eleitos para isso, para cuidar do município e principalmente dos seus munícipes. Se as autoridades não estão sabendo, temos jovens, pai de família, que estão sendo levado para um lugar mais avançado afim de se tratar do vício da droga, pois perdeu totalmente o controle e já não sabe com se desfazer da maldita. Vale ainda observar, que isso está acontecendo em todas as camadas sociais e com pessoas já de idade adulta, umas que estão chegando, outras que já estavam e outras que já foram. Algumas para o andar de cima, outras mudaram para outras localidades. Pelo tudo acima descrito, e com o intuito de ajudar de alguma forma, vamos abrir um espaço neste blog, e todo mês, na primeira quinzena de cada mês, vamos fazer uma matéria denominada “PRATAS DA CASA”. Procuraremos jovens nativos, ou seja, que nasceram nesta cidade, e que apesar das dificuldades, lutaram, são pessoas do bem, estudaram, se formaram, e hoje são autônomos ou mesmo funcionários, profissionais, e hoje prestam serviços e ajudam no desenvolvimento do nosso município. Com essas matérias, esperamos fazer uma homenagem a esses jovens e a seus pais, como também incentivar aqueles que ainda não acharam os seus caminhos. EM BREVE ESTAREMOS POSTANDO A PRIMEIRA MATÉRIA e a primeira será feita com o nosso Defensor Público PLINIO TSUJI DE BARROS, pessoa essa, a qual admiro e tenho o maior respeito, pois vi crescer e conquistar o seu espaço, sempre lutando com honestidade, caráter e personalidade. Esse merece respeito!
H. Marinho

PARTICIPAÇÃO DO INTERNAUTA:

prata da casa farmacia pontual‏

09/02/2013
Para hmarinho.50@hotmail.com
De:josé fihlo cunha de oliveira (maninho_122@hotmail.com)
Enviada:sábado, 9 de fevereiro de 2013 18:00:26
Para: hmarinho.50@hotmail.com (hmarinho.50@hotmail.com)
Conjunto de caracteres:
 
Muito legal sua materia sobre prata da casa , quero participar . Hoje a questão das drogas, não é só algo que podemos ver na tv, é sim uma realidade que esta se alastrando em nosso municipio. Jose filho cunha de oliveira , formado no estado do Maranhão em farmácia/bioquímica ,FACIMP ,especialista em farmacologia clínica é hospitalar pelo CRF Maranhão, trabalho hoje em Rurópolis dando assessoria técnica em 4 farmácia é um laboratório de analises clinica como bioquímico,um grande abraço.

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

VEREADOR EDEGAR DA ROCHA (PSD) É O NOVO PRESIDENTE DA CÂMARA

Edegar da Rocha - Presidente da Camara de Vereadores de Rurópolis

Ontem, dia 30 de janeiro de 2013, em sessão presidida pelo juiz da Comarca Doutor Gláucio Arthur Assad, foi eleita a nova Mesa Diretora da Câmara Municipal de Rurópolis, que ficou composta da seguinte forma: Edegar da Rocha – Presidente, Flora Maria Variani (PMDB) – Vice Presidente, Carla Naíza Costa da Silva (PSDB) – 1ª Secretária e Ismael Carvalho Cunha (DEM) – 2º Secretário. Em uma sessão rodeada de polêmica, mais que no final, pelo menos por enquanto, acabou tudo bem. Aproveitando o ensejo, o repórter Frank Ewerton, entrevistou o novo presidente, Edegar da Rocha. Leia a entrevista:
Vereadores presentes
FRANK EWERTON: Vereador, gostaria que o senhor falasse para nós, sobre a eleição ocorrida hoje, e sobre essa missão que você terá de presidir a câmara de vereadores.

EDEGAR DA ROCHA: Boa tarde! Primeiramente quero me desculpar pelos episódios que aconteceram, mais isso é coisa do dia a dia. Agora é botar os pés no chão, com humildade, sempre obedecendo as leis, e junto com o povo e com o executivo, para que a gente possa desenvolver um bom trabalho.

FRANK EVERTON: Vereador, houve alguns questionamentos sobre a legalidade do juiz presidir essa sessão que deu posse a essa nova diretoria. Está dentro da Lei Orgânica? Há legalidade para que o juiz possa presidir em caso de não haver outra autoridade para presidir?
Juiz Glaucio Arthur Assad

EDEGAR DA ROCHA: Com certeza, está amparado no Regimento Interno.
FRANK EWERTON: O senhor está ciente de que há um recurso impetrado pela Mesa Diretora que foi eleita no último dia primeiro de janeiro, como é que o senhor está aguardando na expectativa desse resultado?

EDEGAR DA ROCHA: É, a gente está na expectativa como você falou, agora é esperar, ter humildade, ter tranquilidade, e a justiça está aí para apurar os fatos. Eu acho que a gente tem que obedecer a justiça e é isso, dia a dia, são de perdas e ganhos.
 
FRANK EWERTON: O senhor já tem um plano de trabalho que deverá ser desenvolvido durante o seu mandato como presidente da câmara municipal de Rurópolis?

EDEGAR DA ROCHA: Não, primeiramente vou procurar tomar conhecimentos das necessidades, sempre voltado ao povo, e trabalhar junto com todos os vereadores, independente de sigla partidária, independente de qualquer coisa, a gente tem que trabalhar para todo o povo, fomos eleitos para isso.

HOJE, 31/01/13, MATÉRIA EXCLUSIVA COM O JUIZ DA COMARCA DOUTOR GLÁUCIO ARTHUR ASSAD, JUNTAMENTE COM O CLIPE DA ELEIÇÃO E POSSE DA NOVA MESA DIRETORA DA CÂMARA.

MAJOR ALEXANDRE COMENTA A SEGURANÇA PRESTADA NA CAMARA DE VEREADORES

Repórter Frank Ewerton entrevistando o Major Alexandre

O Major Alexandre, comandante do 17º CIPM com sede em Rurópolis, teve uma grande participação, haja vista, de que com a presença de seus comandados do 17º como também com a cooperação de seis policiais do grupo tático oriundos de Itaituba, puderam conter os ânimos do povo presente e fazer transcorrer os trabalhos da melhor forma possível, sem nenhuma problema de ordem disciplinar. O nosso repórter Frank Ewerton, aproveitando o ensejo, fez uma entrevista com o Major, a qual transcrevemos na íntegra.
FRANK EWERTON: Major boa tarde! Qual sua avaliação desde as 08:00 horas aqui nas dependências da câmara?

MAJOR ALEXANDRE: Boa tarde! Na verdade, de inicio ficou um pouquinho tenso, mais agora está bastante calmo, e esperamos que seja um votação tranquila. Nós estamos com o efetivo um pouco considerado, que dá para suportar qualquer tipo de conflito, inclusive, estamos com o reforço do grupamento tático lá de Itaituba, para nos ajudar, em qualquer tipo de manifestação que possa ocorrer aqui pela câmara.
FRANK EWERTON: Major, caso... esperamos que não aconteça, pois a votação ainda vai acontecer, o juiz provavelmente deverá pedir segurança, lógico, para ele conduzir os trabalhos que irá empossar a nova casa. Caso ele determine que alguma dessas pessoas manifestantes que queiram tirar a paz e a ordem da sessão sejam conduzidos, o comando está pronto para executar a ordem do juiz?
MAJOR ALEXANDRE: Está sim, com certeza! Estamos aqui para manter a ordem, manter a celeridade da votação e conforme for o andamento da eleição da mesa diretora, que esperamos que seja tudo na paz e na tranquilidade, onde que se tivermos que atuar, esperamos que não, que seja tudo tranquilo, pois o povo de Rurópolis, que já deu para perceber que é um povo educado, que sabe distinguir o certo do errado, mas infelizmente se tivermos de atuar, vamos ter que atuar.

Essa foi a entrevista com o Major Alexandre, que contava com onze policiais do 17º CIPM e mais seis policiais do grupo tático de Itaituba.

DOUTOR RAIFRAN ASSESSOR JURÍDICO DA CÂMARA DÁ SEU PARECER

Repórter Frank Ewerton entrevistando o advogdo da Camara Dr. Raifran
Ainda dentro do intervalo da sessão, que foi bem longo, aproveitamos para saber também a opinião do assessor jurídico da Câmara de Vereadores de Rurópolis, Doutor Raifran, que deu uma entrevista exclusiva a nosso repórter Frank Ewerton. Leia a entrevista:
FRANK EWERTON: Doutor Raifran, qual é sua avaliação sobre esse episódio que está sendo realizado hoje aqui na câmara, já que no último dia 28,  a mesa diretora foi destituída?
DOUTOR RAIFRAN: Bom dia meu caro repórter, nos estamos com esse episódio aí que de certa forma desconfortável, porque entendemos que houve legitimidade na mesa diretora eleita no dia primeiro de janeiro, e por uma ordem judicial, via mandato de segurança, o juiz decidiu e entendeu que teria sido uma mesa composta de vícios, e resolveu anular aquela eleição e destituir a mesa diretora e agora estamos nesse impasse para uma nova eleição. Inclusive, até trazendo uma grande tristeza, de que naquele momento a vereadora Flora Variani compôs aquela mesa e hoje compõe uma outra mesa, já que é pretendente a compor a mesa diretora atual. Eu lamento muito a vereadora Flora ter se portado dessa forma.
F E : Doutor Raifran, por se tratar de uma casa de lei, por se tratar da Câmara onde legisla as leis e lá o judiciário, o juiz pode empossar um vereador, para poder haver uma nova presidência?
Doutor Raifran assessorando o vereador Jonas Lourenço
DOUTOR RAIFRAN: Veja bem, o poder judiciário, é o poder que ele tem a prorrogativa de poder rever qualquer ilegalidade seja em qualquer dos poderes em qualquer situação. Ele entendeu através desse mandato de segurança que houve ilegalidade e determinou uma nova eleição. Eu fico... a minha interpretação, como já me expressei a ele, essa não seria, no meu entender, não seria a melhor atitude, é porque aqui se trata de assuntos interna corporis, que é exclusivo da câmara e que constitucionalmente os poderes são harmônicos e são independentes. Então qualquer invasão de poderes, eles são inconstitucionais, passivos de serem revistos esses atos. Quanto ao Regimento Interno, que é aquele que rege todos os preceitos da câmara, tem um dispositivo que diz, que o juiz da comarca na ausência da mesa anterior dê posse aos vereadores e faça a tramitação normal. Eu entendo que ele só teria essa competência, o judiciário só poderia tomar essa atitude na sessão de instalação dos trabalhos legislativos, dessa nova legislação que no dia primeiro de janeiro. Se a mesa que o Taká era presidente, o Vereador Joselino Padilha, nosso amigo Taká, estivesse ausente, o juiz teria competência para presidir aquela sessão. As demais, eu entendo que o juiz não tem essa competência de chegar aqui e fazer um tipo de sessão e principalmente eleger uma nova diretoria, diretoria essa que já foi eleita, foi destituída, está em nível de tribunal, o tribunal vai rever essa decisão do juiz se foi correta ou não, se vai manter ou se vai revogar, mas está sub judice. Então entendo que nesse momento, não seria o melhor caminho do Doutor Gláucio caminhar por essa trilha.
 

EX-VEREADOR TAKÁ REVOLTADO COM A DECISÃO JUDICIÁRIA

Ex-Vereador Taká
Mais uma vez, aproveitando o intervalo da sessão na Câmara de Vereadores de Rurópolis, o repórter Frank Ewerton entrevistou o senhor Joselino Padilha, ex-vereador e presidente da casa legislativa. Veja a entrevista na íntegra:
Frank Ewerton: Mais uma vez aqui na Câmara de Vereadores, vamos conversar com o ex-presidente da Câmara, senhor Joselino Padilha, mais conhecido como Taká, que é do PP e tem um vereador que também está na mesa diretora que foi destituída no dia 28 de janeiro. Taká, como você vê o que está acontecendo na Câmara de Vereadores já no primeiro ano de mandato de Jonas Lourenço, já sendo destituída a mesa diretora?
Taká: Olha Frank, o ato que a gente está vendo aqui, acho que não é um ato democrático, é um ato pessoal, política família, poderia dizer assim, pois o regimento da câmara em seu Artigo 20, no Parágrafo B e T, diz que o bloco, pode ser bloco partidário ou partido político partidário, né? Houve uma denuncia pelo lado da vereadora Karla, denunciando que não tinha compatibilidade partidária, mas lá diz o bloco político. E houve sim o bloco político, tanto que um disputou por uma chapa e o outro pela outra chapa. Dentro desse bloco político que se faz, que deve ser assinado pelos partidos, foi feito pelo bloco do vereador Jonas que era o presidente desta casa e foi feito essa denuncia. O juiz ao receber essa denuncia, que a câmara não sabia, nem foi informada e nem foi pedido informação para a acamara, tomou uma decisão de anular essa mesa diretora. Uma decisão que na qual Frank, eu não entendi, e não entendo essa decisão. Para mim, foi uma decisão precipitada, acredito que o juiz nem olhou e nem analisou o fato, e destituiu a mesa diretora. Deu 48 horas para o vereador Jonas convocar uma sessão. A medida que ele desmembrou a mesa, o vereador Jonas não é mais o presidente, portanto o vereador Jonas não tem o poder para convocar e o vereador não convocou. Ontem a tarde, o juiz mandou novamente informar essa casa, que haveria uma eleição hoje às 09:30hs. Às 09:30hs. o vereador Jonas chegou aqui na mesa, e se pronunciou à população dizendo que não faria essa sessão e que não havia lei que fizesse ele fazer a referida sessão.
Taká apoaiando Jonas Lourenço
E assim foi feito e constituído. O juiz chegou, acredito que já deveria estar aqui pelo lado de fora, chegou dizendo que iria presidir a sessão. Não tem nesse regimento, o que diga que o juiz possa vir a essa casa de lei, achei que foi uma invasão de poder, vir a essa casa e querer fazer e presidir essa sessão. O vereador presidente anterior que era o Jonas Lourenço, não aceitou ele fazer a sessão e a população também não aceitou ele realizar a eleição, porque era um ato onde ele estava infringindo um poder, porque pela verdade ele deveria ter procurado o vereador mais velho dessa casa que passava a ser o presidente, ele não fez isso e agiu dessa forma e está acontecendo o que esta acontecendo.
F E : Que o vereador Jonas não vai presidir essa sessão já é fato, mais o juiz pode nomear outro vereador para presidir a referida sessão afim de nomear o próximo presidente e  mesa diretora?
TAKÁ : Ele pode nomear, porque quando a casa não tem presidente, o mais velho ocupa o cargo.
F E : Como estamos vendo aqui, o vereador mais velho não se encontra presente, o juiz pode nomear o mais velho que esteja presente?
TAKÁ : Olha Frank, não há decisão imediata. A lei é clara, a lei, a Constituição Federal, no Artigo 5º, no seu inciso 11, diz que todo brasileiro tem o direito de ir e vir. Ouvir e ser ouvido. Chegar e decretar que há, não existe isso na lei. Há uma informação possível que é a que ele convoque o vereador mais velho, tem prazo determinado para se agir, da forma que vai ser agora, não existe, só existe um juiz que árbitra e é no momento, é o juiz de futebol, quando ele marca um pênalti, tem que ser batido logo. Então tudo tem suas regras a correr, por isso que existe advogado, tem regras e devem ser seguidas dentro do correto.

ENTREVISTA EXCLUSIVA: PAULINO MAGNO, PRESIDENTE DO PT

Presidente Paulino Magno com o repórter Frank Ewerton
No intervalo da sessão, que para falar a verdade foi bem longo, pois tinha vários problemas a serem discutidos e resolvidos, nosso repórter Frank Ewerton, o peso pesado da comunicação entrevistou o senhor Paulino Magno, presidente do Partido dos Trabalhadores em Rurópolis. Leia a entrevista, na íntegra:
Frank Ewerton: Bem, estamos aqui na Câmara de Vereadores e vamos conversar com o Presidente do PT, senhor Paulino Magno. Senhor Paulino, no último dia primeiro, foi composta a câmara de vereadores onde o presidente foi o senhor Jonas Lourenço. Como o senhor é sabedor, hoje aqui na câmara estará havendo uma nova votação, para outra presidência da câmara. Em que o Juiz está se baseando nesta votação de hoje? E porque está destituindo a Mesa Diretora que foi votada e eleita no dia primeiro de janeiro? Bom Dia!
Paulino Magno: Bom dia! Frank, o que acontece é que o juiz na verdade, destituiu no dia 28 deste mês a Mesa Diretora da Câmara, composta pelo Vereador Jonas Lourenço, pela Vereadora Flora Variani, pelo Vereador Sérgio do km 85 e pelo Vereador Anderson. O magistrado Doutor Gláucio Arthur Assad, disse que a decisão dele era porque não houve a participação na mesa diretora do maior número de partidos. Mas o que acontece, nos sabemos que essa Mesa Diretora em que o vereador Jonas Lourenço é Presidente, ela é legal, porque havia um bloco de partido composta pelo PT, PMDB, PTB e PP, que formaram um bloco para disputar a eleição da casa.
Povo nervoso com a espera
 Nesses quatro partidos, uma vereadora, a senhora Claudete Zanotto, a vereadora Claudete, disse que não queria participar da mesa diretora e abriu mão. Por isso entrou então, dois vereadores de um só partido, partido este o PMDB, que foi a vereadora Flora Variani e o vereador Sérgio Ribeiro. Assim sendo, a mesa diretora se torna totalmente legal. Agora o argumento do juiz foi esse, de destituir essa mesa diretora porque não havia legalidade por causa da participação de mais partidos. Mas nos temos isso tudo documentado, temos as datas de reuniões que foram feitas, e de forma nenhuma a sociedade deveria aceitar, como nos presidente de partidos, desses partidos que fazem parte, não deveriam aceitar uma nova  eleição. O que está posto aqui Frank, o que nós estamos vivendo hoje aqui em Rurópolis na verdade, é uma ditadura branca, aonde uma família, quer mandar em todos os poderes. Temos aqui em Rurópolis, Prefeito legítimo, que foi eleito pelo povo, que é o senhor Pablo Genuíno, que assumiu o cargo, no dia primeiro, inclusive empossado pelo vereador presidente da Câmara de Rurópolis, senhor Jonas Lourenço; nos temos o presidente do poder legislativo que é o senhor Jonas Lourenço, legítimo representante do povo, eleito pela maioria dos votos, e também temos o poder judiciário. Só que neste momento, o que nos sentimos, é que o poder judiciário quer se sobrepor ao legislativo, que até agora, já são quase duas horas da tarde, não aconteceu ainda a eleição da câmara municipal de Rurópolis. Nós recorremos, entramos com recurso junto ao Tribunal Regional Eleitoral, entramos com um pedido de agravo, está sendo analisado, deve ser analisado, e posteriormente vamos ver o que acontece. Mas nos vamos de todas as formas buscar defender os interesses dessa câmara, que é legitimo e que na nossa visão e na visão dos juristas e de advogados que tem nos acompanhado, não tem nada de errado.
Paulino Magno
F E : Senhor Paulino, gostaria que nos informasse: Caso o vereador Jonas, que foi empossado no dia primeiro de janeiro, não queira presidir a sessão de hoje para a formação de uma nova mesa diretora, o Juiz tem poderes para isso?

P M : Existe algumas prerrogativas que a Constituição...

F E: Pois que se trata do Poder Judiciário interver no Legislativo...

P M : Foi o que eu falei agora Frank, você esta acompanhando desde cedo esta sessão e viu que o vereador Jonas Lourenço, disse que como ele não era mais presidente, motivo ele ter sido destituído, ele não poderia mais presidir uma sessão. Posteriormente o juiz, chegou na câmara e disse que ele iria presidir a sessão. Houve um tumulto, e de alguma forma ele ouviu os argumentos do presidente legítimo que é o Jonas Lourenço, ouviu também o argumento do Doutor Raifran, que é o assessor jurídico da câmara municipal de Rurópolis, e até esse momento não conseguiu realizar. Ele disse que iria realizar a sessão, estamos aqui aguardando a ordem que ele irá passar daqui para frente, mas a última palavra que ele falou para o vereador Jonas Lourenço, é que ele iria presidir a sessão. Então ele falando isso, o que é que está acontecendo, como você disse, o poder Judiciário está se sobrepondo ao poder legislativo. E como todos nós sabemos, são poderes independentes e o vereador Jonas já disse que não vai presidir a sessão. Essas foram as palavra do senhor Paulino Magno, Presidente do Partido dos Trabalhadores em Rurópolis.

SESSÃO NA CÂMARA DE VEREADORES COMEÇA QUENTE.

Vereador Jonas Lourenço, acompanhado do Advogado da Camâra Doutor Raifran

Hoje, dia 30 de janeiro de 2013, houve sessão na Câmara de Vereadores, para atender a determinação do Juiz da Comarca, Doutor Gláucio Arthur Assad, para que fosse feito uma nova eleição, para a escolha de uma nova mesa diretora, haja vista, que por determinação da Lei, destituiu o presidente daquela casa legislativa, juntamente com toda a mesa diretora eleita no dia primeiro de janeiro do corrente ano.
Vereador Jonas, mostrando fotografia da mEsa Diretora eleita no dia 1º
Por volta das 11:30hs., antes da presença do senhor juiz, ocupou à mesa diretora, o Presidente destituído, Vereador Jonas Lourenço, acompanhado do advogado da Câmara Doutor Raifran. A seguir, colocamos na íntegra as palavras do vereador Jonas Lourenço:  “Bom dia gente,  primeiro agradecer a Deus, nosso Senhor por mais esse dia de vida, um dia de busca do que é certo, um dia  de luta, um dia de conquista. Esse é...acho que é isso que nos faz estar vivo e ter o pão de cada dia e correr atrás do que é certo. E agora logicamente, fazer com que as conquistas, as vezes não só para a gente, mas para toda sociedade, que seja conquistada a cada dia. 
Báu Aleixo Presidente do PMDB, bastante exaltado

Quero dizer que Rurópolis hoje, vive uma ditadura branca, uma ditadura branca, onde um grupo, um grupo, ordenado por uma família, querem mandar em todo o município, usando de tudo, usando os instrumento que tem, usando seus parentes, usando seu pai, usando sua irmã, usando cunhado, que é juiz da Comarca, usando de todos os recursos, com o objetivo de fazer, com que a democracia não exista. Então estou neste momento aqui, para anunciar a cada senhor e a cada senhora, que no dia 28 de janeiro do corrente ano, o juiz da nossa Comarca, através de um mandato de segurança, destituiu, destituiu a mesa que foi eleita no dia primeiro, quando grande partes de vocês acompanharam aqui, hoje não está valendo mais. Onde houve uma democracia, onde houve uma votação... e nessa votação, a maioria ganhou e a maioria somos nós! Então independentemente do resultado que tiver, a maioria ganhou e a maioria somos nós e tem que ser respeitado, e vão ter que respeitar.
participantes bastante exaltado
Eu quero anunciar aqui, que nos entramos com um pedido de agravo de instrumento, no tribunal da capital do Estado e que nos vamos ter a vitória, nós vamos ter a vitória! E digo mais para vocês, não tem lei que faça eu presidir essa sessão. Não tem lei que faça eu presidir essa sessão, não tem lei que faça eu presidir essa sessão, porque eu não sou mais presidente da mesa, já não existe mesa, já não existe mesa; que venha para cá o magistrado, ou quem denominou, ou quem assinou ou quem recebeu, ou que de direito, porque eu não vou realizar a sessão, eu decidi e não vou realizar a sessão. Eu sei que tem e conheço as punições, mas corro o risco pelo povo, corro o risco pela democracia, eu não vou realizar a sessão.
Vereadores e o povo testemunhando as discussões
No dia primeiro, a mesa foi escolhida em um ato democrático, em um ato democrático a mesa foi escolhida. Essa pode não ser a que a justiça decidiu, mais essa é a legítima mesa”. Essas foram as palavras do Vereador Jonas, que terminou o seu pronunciamento bastante exaltado. Após as palavras do vereador Jonas e com a chegada do Excelentíssimo senhor juiz doutor Gláucio Arthur Assad, houve um começo de tumulto, onde teve a participação do vereador Jonas, acompanhado do Presidente do PMDB Báu Aleixo e do ex-vereador e presidente da Câmara Taká. Com grande experiência, o problema foi contornado pelo juiz e a sessão foi suspensa, para que as partes pudessem se entender da melhor forma possível.            Mais tarde voltaremos com as informações finais...