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“ninguém consegue destruir nossa alegria, ninguém consegue dissolver nossa amizade...” |
Dia 08 de dezembro de 2014,
uma data especial para mim. Primeiro pela festa da Padroeira desta Pérola do
Tapajós. Depois pela realização de mais um ENCONTRO
daqueles que na juventude moldaram sua educação na capela, nos jardins, na
sala de aula, nos retiros, no coral, no trabalho, nos passeios e nos arredores
da nossa eterna “Alma Mater.”, como a denomina nosso irmão Carlos “Ximango”
Rebelo. Eu imagino que nós, lá, plantamos em nossos corações, entre tantas
outras, mais duas belas sementes: a “boa amizade” e a gratidão. E é
impulsionado pela alegria deste dia e pela saudade “dos velhos tempos” que
minha razão, neste momento, abandona-se à emoção para lhes escrever estas
ilações. Neste final de semana, uma vez mais, a vida nos oportunizou rever
pessoas cujas histórias de vida jovem têm algo em comum: a convivência no SPX
(Seminário Pio X). Possibilitou-nos, mais uma vez, o aperto de mão, o abraço
amigo, as gargalhadas conjuntas, as lembranças alegres. E, em raros momentos, a
soturnidade da melancolia nos assolou o espírito ao lembrar aqueles que já nos
deixaram. Mas o animo logo voltou, quando aquele grupo, junto, entoou o “ninguém consegue destruir nossa alegria,
ninguém consegue dissolver nossa amizade...” Naquela ocasião, homens
maduros, profissionais competentes, pais exemplares, maridos amorosos e
“amigos” unidos pelo lema da juventude, deram-se as mãos e retornaram no
tempo... Mesmo sabendo que esse grande palco do tempo, por um segundo, oferecia
apenas uma boa lembrança do que já passou. Obrigado, amigos! Um dia nós fomos
seminaristas, e jamais nos esqueceremos disso, graças a Deus! Lá foram os sinos
tocam, os fogos estouram... Parece que ouço cântico de louvor com vozes
jovens... Baixos, sopranos, tenores... Recomponho o meu pensamento.

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