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Amério Lopes, Coordenador do PNCD, Mário Jorge, Coordenador de Vetores
e Idael Guimarães, Chefe do Setor de Endemias do município. |
Em
atenção a várias reclamações da população referente os focos, casos, e até
óbitos proveniente da DENGUE, procuramos
o senhor Idael Alves Guimarães,
Chefe do Setor de Endemias do município, para que ele pudesse nos informar, e
ao mesmo tempo informar a população, o que o seu setor, que é o responsável
pelo trabalho, vem fazendo para combater o mosquito AEDES
AEGYPTI.
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Agentes de campo |
Atendendo o nosso pedido, compareceu em nosso escritório, o senhor
Idael, juntamente com o senhor Mário
Jorge Carlota, Coordenador de
Controle de Vetores da 9ª Regional de
Santarém e o senhor Amério Lopes
Nunes, Coordenador do PNCD –
Programa Nacional de Controle da Dengue no município. Em primeiro lugar,
conversamos com o senhor Idael, que nos falou o seguinte: “Iniciamos nosso
trabalhos agora em janeiro de 2013, constando no quadro de pessoal do setor de
Endemias, apenas seis agentes de campo e o prefeito nos autorizou a completar o
quadro e hoje contamos com um quadro de doze agente de endemias para visitas de
campo.
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Carro do fumacê |
Fizemos até o momento 3.373 visitas domiciliar, na qual foram
encontrados 92 focos, nesses 3.373 domicílios, sendo um total de focos
coletados de 98. O índice predial hoje, é de 2.7. Casos notificados com
suspeitas de dengues: 299 (isso não quer dizer que sejam só esses os casos,
pois esses são apenas os casos que procuraram a rede hospitalar). O senhor
Idael, ressaltou ainda, que neste ano de 2013, mais precisamente no mês de
janeiro, já houve um caso de óbito causado pela dengue, de uma senhora de
setenta e quatro anos, residente no Bairro Vila Nova. Ainda conforme o senhor
Idael, só nesta semana, foram notificados vinte
e três casos de dengue na cidade, isso porque ainda estamos na
quarta-feira. CLIQUE ABAIXO E VEJA A MATÉRIA COMPLETA.
Após as informações do Chefe do Setor de Endemias, conversamos também
com o senhor Mário Jorge, que falou
diretamente sobre o seu trabalho que é especificamente o “fumacê”. Disse que os
trabalhos de “fumacê” é uma parceria regional, que inclui o município de
Rurópolis, e eles estão fazendo um trabalho em ciclos, abrangendo o Bairro
Aeroporto, centro, Arroz, Serraria, Lagoa, Alvorada. Alertou ainda, que eles
estão trabalhando diariamente em dois turnos, e que esse trabalho é um trabalho
paliativo e se não houver a cooperação da população, passa a ser um trabalho
perdido, pois esse tratamento com fumacê, só vai agir no mosquito adulto, nos
mosquitos que estão voando.
Mesmo após os trabalhos de aplicação do fumacê que
é feito pela parte da manhã e à tarde, quando o pessoal retorna às casas para
fazer as visitas, ainda é encontrado uma quantidade muito grande de criadores.
Aí o senhor Mário Jorge já se diz preocupado com o ocorrido, pois a população
não está ajudando, ela não está participando dessa ação. Na opinião do senhor
Mário Jorge, 99% dos cuidados para evitar a proliferação dos mosquitos é da
população e 1% é do fumacê. Porque os focos estão nas casas, nos vasos,
garrafas, latas de cervejas, tanques e cisternas.

Hoje mesmo, nas dependências da
Feira Livre, um local que à sete dias atrás foi limpo e exterminados todos os
focos, hoje voltaram ao local e encontraram pior do que da outra vez. Por esses
e vários outros motivos, o senhor Mário Jorge termina suas informações,
solicitando a cooperação da população, no sentido de fazer sua parte, evitando
água parada nos quintais e retirada de todos os objetos que possam acumular água
desnecessariamente. Avisa ainda que a batalha contra a dengue começou no mês de
janeiro e não tem data para terminar.

Bom,
essa foi a participação do pessoal do setor de Endemias, responsável pelo
combate a DENGUE em nosso município. Eles estão trabalhando,
estão batalhando, estão fazendo a parte deles e cumprindo com suas obrigações.
Se ninguém está vendo, é porque deve ser cego e o pior cego é aquele que não
quer ver. Além de cego, deve ser surdo também, pois na madrugada eles já estão “perturbando”
com o “fumacê”. Agora... vamos fazer nossa parte, vamos cuidar da nossa casa,
do nosso quintal, das nossas caixas d´água, das nossas cisternas, etc. Vamos
contribuir, vamos lutar juntos, que só assim poderemos vencer essa maldita
doença. Agradecemos ao pessoal do Setor de Endemias, por atender nossa
solicitação.
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